
Sempre parti do princípio do sentir e do transmitir para criar coreografias e desenhar performances. Nada nascerá de fato aos olhos do público se ele não o ver executando aqueles movimentos, como se fosse a primeira vez que eles brotavam de meus músculos.
Um improviso. É daí a criação, saber onde estão seus músculos, ordená-los a designar um roteiro de sentimentos que cause emoção em quem assiste como em quem transmite.
vc é um bailarino de verdade!
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